Se Lín apareceu em sua leitura, o livro está nomeando uma condição, não uma previsão. A condição é esta: algo bom está se aproximando, e a aproximação cria responsabilidade. O tempo da chegada é também o tempo de se preparar para o que a chegada exigirá.
Lago embaixo, terra em cima: dois traços yang na base sobem em direção a quatro traços yin. A imagem é de uma maré crescente, de uma influência que se amplia. O julgamento usa a palavra 臨 — chegar perto, supervisionar — e a coloca lado a lado com um aviso: no oitavo mês, vem o funesto.
O que o livro aconselha não é euforia, mas uso atento. A janela existe, mas não é eterna. Ensinar sem se cansar, acolher sem reservas: estas são as ações certas para o tempo bom. O aviso sobre o oitavo mês é o aviso do livro inteiro — toda estação contém seu próprio fim, e quem age na estação certa não desperdiça.
Lín aparece na sequência do Rei Wen logo após Gǔ — primeiro o reparo do decaído, depois a aproximação do que se torna possível quando o trabalho de reparo já foi feito. O livro nos lembra que crescimento durável quase sempre vem depois de uma estação invisível de limpeza.