Se Guī Mèi apareceu em sua leitura, o livro está nomeando uma condição, não uma previsão. A condição é esta: o leitor está prestes a entrar — ou já entrou — em algo onde a posição que cabe não é a de protagonista. Negar isso piora o arranjo; reconhecê-lo o torna sustentável.
Lago embaixo, trovão em cima: a água quieta sob o som que sacode. A imagem clássica é a do casamento desigual — a jovem que se casa sem ser a esposa principal, sem o pacto formal do desenvolvimento gradual de Jiàn. O hexagrama é cristalino em sua dureza: este não é o tipo de união que floresce.
O que o livro aconselha não é necessariamente recusar, mas entrar consciente. Lembrando o fim, conhece o desgaste: a frase da imagem é instrução literal. Saiba qual é sua posição; saiba o que vai custar; entre por escolha, não por sonho. Se for esta a sua escolha, mantenha o coração inteiro mesmo na posição menor.
Guī Mèi aparece na sequência do Rei Wen logo após Jiàn — primeiro o casamento por estágios bem cumprido, depois o casamento que pula estágios. O livro nos lembra que muitas vidas alternam entre essas duas formas, e que a coragem agora é não confundir uma com a outra.