Se Gòu apareceu em sua leitura, o livro está nomeando uma condição, não uma previsão. A condição é esta: algo pequeno entrou na cena — uma pessoa, uma situação, um impulso, uma proposta — e o pequeno aqui não é inofensivo. Pode crescer.
Vento embaixo, céu em cima: cinco traços yang dominam, e um único traço yin acaba de entrar pela base. A figura é exatamente o oposto de Fù — em Fù o yang volta, em Gòu o yin chega. O início é o mesmo gesto invertido, e por isso o livro pede atenção.
O que o livro aconselha não é alarme nem desconfiança permanente, mas lucidez sobre escala. A jovem é forte: o pequeno que entrou tem mais peso do que parece. Não se deve tomá-la em casamento: não formalize, não complique, não amplie. Reconheça o encontro, nomeie-o, decida com calma o que fazer dele. Anuncie nas quatro direções: clareza é a melhor defesa.
Gòu aparece na sequência do Rei Wen logo após Guài — primeiro o ato público de romper, depois o pequeno yin que entra pelo vazio que o rompimento abriu. O livro nos lembra que toda decisão ampla cria uma nova porta de entrada; saber o que está entrando pela porta nova é parte do trabalho de manter limpa a decisão.