Se Suí apareceu em sua leitura, o livro está nomeando uma condição, não uma previsão. A condição é esta: há algo se movendo no ambiente — uma onda, uma direção coletiva, uma pessoa, uma circunstância — e a pergunta é se o leitor reconhece a hora de se ajustar a esse movimento em vez de resistir a ele.
Trovão embaixo, lago em cima: a energia ativa se aquieta debaixo da superfície reflexiva. O ideograma 隨 mostra um pé indo atrás. Seguir aqui não é submissão; é discernimento sobre quando o próprio plano não é a melhor coisa que está disponível agora.
O que o livro aconselha não é abrir mão da própria vontade, mas exercer a vontade no ponto certo: no ponto da escolha do que se segue. O ato decisivo de Suí é escolher; depois disso, o trabalho é aderir. Quem segue mal escolhido, segue mal; quem escolhe bem e adere, descansa.
Suí aparece na sequência do Rei Wen logo após Yù — primeiro o entusiasmo, depois o trabalho de discernir o que dentro do entusiasmo merece ser seguido. O livro nos lembra que toda onda pede uma escolha; nem toda onda merece a mesma resposta.