Se Tóng Rén apareceu em sua leitura, o livro está nomeando uma condição, não uma previsão. A condição é esta: a comunidade que importa agora é a que se reconhece à luz do dia, não a que se forma em segredos.
Fogo embaixo, céu em cima: chamas que sobem em direção ao alto, sem se esconder. O julgamento usa 于野 — em campo aberto — para qualificar a companhia. É o oposto da panelinha. É a aliança de gente que tem algo em comum por fora de qualquer interesse particular.
O que o livro aconselha não é afabilidade indiscriminada, mas reconhecimento. Quem é o seu par real? Não quem te tolera, não quem te usa, não quem te aplaude — quem partilha contigo a mesma direção sem precisar negociá-la. Quando essa companhia se reconhece, travessias grandes ficam possíveis.
Tóng Rén aparece na sequência do Rei Wen logo após Pǐ — primeiro o canal externo fechado, depois a redescoberta de que há outros do mesmo lado. O livro nos lembra que comunidade verdadeira frequentemente nasce depois de uma estação de isolamento, porque é o isolamento que ensina a distinguir aliados de conhecidos.